domingo, 3 de abril de 2011

Dia do Circo

Dia do Circo

Domadores de tigres e leões.
Palhaços alegres fazendo estripulias.
Ó quantas vividas e temidas emoções.
Quantas risadas e lúdicas fantasias.

Na lona sonhada e sentida.
O palco de um picadeiro,
Descortina fantástico e aventureiro
Mundo com outros estilos de vida.

Atirador de facas. Que risco!
Engolidor de fogo. Socorro!
-- Alguém chame o Bombeiro!
Não se preocupem! É o circo.

No ar, alados trapezistas.
Canhão com humano balaço,
A ofuscar nossas vistas.
No último ato: bis do palhaço.

(Paulo Basílio – 26/03/2011)

 

14 comentários:

  1. Ôpa, professor!
    Eu confesso que também gostei dessa!

    Abraço cordial.

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  2. De fato! Muito boa!!

    Novo abraço!

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  3. Perdão! Pensei que fosse do senhor ...(!)

    Terceiro abraço em um só dia!

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  4. Sem problemas!
    Eu gosto de mesclar, no blog, textos meus com textos alheios, de forma a divulgar idéias que me parecem interessantes, bem como cumprir a minha promessa de um texto novo por dia...
    Se eu morrer hoje, por exemplo, já tenho textos programados até o final de julho...
    Abraços (3 em 1),

    RPF

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  5. Dr. Rodolfo Pamplona Filho!

    Essa, sim, eu vou mandar para alguém!

    Com muito carinho, é claro! Também ao senhor.

    Abraços fraternos.

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  6. Professor, Professor, Professor ...

    Tens um condão, melhor dizendo; o cordão(!),
    Aquela Varinha Mágica ...
    E me sofro dessa Solidão(!) ...

    Esta é "minha" ... E do senhor ...
    __________

    Étimo de mim
    Ponta longínqua da Aguilhada
    Pedra que não se desfaz
    Aurora, amanhã, Não Vaz ...(!)

    Étimo de mim
    Leitura aplicada do Espírito
    Flor depurada com tanto esmero
    Nuvem de fronteira tão longínqua ...

    Étimo de mim
    Que sofro de ilusão
    E que Cantar mais não posso ...(!)
    ...E que me tomas por Vilão ...

    Étimo de mim
    Que sofro por perder a Dama, a Pedra, o Botão ...

    Étimo de mim
    Que sabes que à exaustão sofri essa paixão ...

    Étimo de mim
    Que me fere a Alma, o Coração
    Por não creres na razão ...

    Étimo de mim
    Que choro a todo o dia
    Tamanha servidão ...

    Étimo de mim
    Que creio na Aurora
    Que me faz um bom irmão
    _______

    Muitas saudades Doutor ...(!)
    Abraço, mais que cordial. Abraço de filho, de Pai, de irmão.

    Lúcio

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  7. Valeu, Lúcio!
    Lindo poema!
    Vou colocar na programação do blog, que já está alcançando 30/07.
    Vc tem algum dia especial em que gostaria que este poema entrasse no ar ou simplesmente o coloco na fila?
    Ah, e se tiver uma imagem que vc quiser que poste junto com ele, envie-a para mim no e-mail rpamplonafilho@uol.com.br
    Abs,
    RPF

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  8. Doutor, já não tenho mais cabeça ...

    A poesia NÃO é minha, Excelência, é dos colegas de sala

    Fico triste

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  9. Doutor, então preciso explicar como fiz a poesia.

    Algumas palavras achei no dicionário.

    Muito dificilmente, quando faço alguma coisa, a poesia sai pronta já na primeira redação.

    Tenho dificuldade de expressar o que sinto, tenho que modificar, suprimir, acrescentar.

    Era, então, um colega ao telefone, um terceiro conversando, o chefe chamando (desculpe). Era, "sim", "não", "Agooora!" etc.

    A partir daí, fui modificando o que não estava bom.

    A poesia, então, de certo modo, não é minha! Ou, ao menos, não é só minha.

    Foi assim que fiz.

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  10. Bem, do que vc me relata, apenas concluo que o poema é seu, sim, apenas inspirado pelo meio...
    Abs,
    RPF

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