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sexta-feira, 4 de julho de 2025

Desculpa Furada (Viva a Cultura de Vitimização!)







 Rodolfo Pamplona Filho




Nada do que eu faço é culpa minha!


Toda as minhas influências


e paradigmas comportamentais


ensejaram a internalização


de um gestalt disfuncional!


Sem o devido planejamento,


não há como desenvolver!


Meu comportamento viciado


é fruto de um processo doentio


de codependência forçada!


Preciso urgentemente de


um tratamento holístico integral,


sem internamentos compulsórios,


mas, sim, como resultado


de um diálogo habermasiano


de construção comunicativa


de um consenso democrático


que me permita exercitar,


sem condicionamentos,


a autonomia da vontade...


Sem isso, não há


como responder


por qualquer ato,


pois todo resultado


foi contaminado


pelo desrespeito


da minha individualidade...




Viva a Cultura de Vitimização!








Praia do Forte, 03 de agosto de 2013, lendo Calvin...

quinta-feira, 15 de maio de 2025

A Ignorância é um direito?




Rodolfo Pamplona Filho                                               



Eu não quero ir para a escola.

Eu não quero aprender

Eu não quero aprender nada

Eu não quero aprender nada novo

Eu não quero aprender nada de novo


Já sei tudo

Já sei tudo que quero

Já sei tudo que quero saber

Já sei até mais que quero saber

Eu gostava mais das coisas quando não sabia nada sobre elas...


Logo, concluo que

estou sendo lesado;

estou sendo violentado;

estou sendo educado;

estou sendo educado contra minha vontade...


Então, ser ignorante é um direito?

Não sei!

Mas também não quero descobrir...






Praia do Forte, 03 de agosto de 2013, lendo Calvin...

sexta-feira, 28 de junho de 2024

Desculpa Furada (Viva a Cultura de Vitimização!)



 Rodolfo Pamplona Filho


Nada do que eu faço é culpa minha!

Toda as minhas influências

e paradigmas comportamentais

ensejaram a internalização

de um gestalt disfuncional!

Sem o devido planejamento,

não há como desenvolver!

Meu comportamento viciado

é fruto de um processo doentio

de codependência forçada!

Preciso urgentemente de

um tratamento holístico integral,

sem internamentos compulsórios,

mas, sim, como resultado

de um diálogo habermasiano

de construção comunicativa

de um consenso democrático

que me permita exercitar,

sem condicionamentos,

a autonomia da vontade...

Sem isso, não há

como responder

por qualquer ato,

pois todo resultado

foi contaminado

pelo desrespeito

da minha individualidade...


Viva a Cultura de Vitimização!




Praia do Forte, 03 de agosto de 2013, lendo Calvin...


quarta-feira, 22 de maio de 2024

A Ignorância é um direito?




Rodolfo Pamplona Filho                                               




Eu não quero ir para a escola.

Eu não quero aprender

Eu não quero aprender nada

Eu não quero aprender nada novo

Eu não quero aprender nada de novo


Já sei tudo

Já sei tudo que quero

Já sei tudo que quero saber

Já sei até mais que quero saber

Eu gostava mais das coisas quando não sabia nada sobre elas...


Logo, concluo que

estou sendo lesado;

estou sendo violentado;

estou sendo educado;

estou sendo educado contra minha vontade...


Então, ser ignorante é um direito?

Não sei!

Mas também não quero descobrir...



Praia do Forte, 03 de agosto de 2013, lendo Calvin...

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Desculpa Furada (Viva a Cultura de Vitimização!)

   


    

 



Nada do que eu faço é culpa minha!

Toda as minhas influências

e paradigmas comportamentais

ensejaram a internalização

de um gestalt disfuncional!

Sem o devido planejamento,

não há como desenvolver!

Meu comportamento viciado

é fruto de um processo doentio

de codependência forçada!

Preciso urgentemente de

um tratamento holístico integral,

sem internamentos compulsórios,

mas, sim, como resultado

de um diálogo habermasiano

de construção comunicativa

de um consenso democrático

que me permita exercitar,

sem condicionamentos,

a autonomia da vontade...

Sem isso, não há

como responder

por qualquer ato,

pois todo resultado

foi contaminado

pelo desrespeito

da minha individualidade...

Viva a Cultura de Vitimização!



Praia do Forte, 03 de agosto de 2013, lendo Calvin...

sábado, 9 de setembro de 2023

Diálogo em Baianês

 



Ó o auê aí ó!

Digaí!

Você está por cima da carne seca, véi!

Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...

Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...

Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...

Valeu, véi! Vou chegando...


Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Diálogo em Baianês



Ó o auê aí ó!
Digaí!
Você está por cima da carne seca, véi!
Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...
Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...
Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...
Valeu, véi! Vou chegando...


 Rodolfo Pamplona Filho
Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Diálogo em Baianês

 





Ó o auê aí ó!

Digaí!
Você está por cima da carne seca, véi!
Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...
Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...
Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...
Valeu, véi! Vou chegando...

Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

sábado, 30 de maio de 2020

Diálogo em Baianês







Rodolfo Pamplona Filho

Ó o auê aí ó!
Digaí!
Você está por cima da carne seca, véi!
Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...
Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...
Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...
Valeu, véi! Vou chegando...

Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

domingo, 10 de maio de 2020

Diálogo em Baianês







Rodolfo Pamplona Filho

Ó o auê aí ó!
Digaí!
Você está por cima da carne seca, véi!
Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...
Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...
Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...
Valeu, véi! Vou chegando...

Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

sábado, 21 de março de 2020

A Ignorância é um direito?




Rodolfo Pamplona Filho

                                   
Eu não quero ir para a escola.
Eu não quero aprender
Eu não quero aprender nada
Eu não quero aprender nada novo
Eu não quero aprender nada de novo

Já sei tudo
Já sei tudo que quero
Já sei tudo que quero saber
Já sei até mais que quero saber
Eu gostava mais das coisas quando não sabia nada sobre elas...

Logo, concluo que
estou sendo lesado;
estou sendo violentado;
estou sendo educado;
estou sendo educado contra minha vontade...

Então, ser ignorante é um direito?
Não sei!
Mas também não quero descobrir...


Praia do Forte, 03 de agosto de 2013, lendo Calv

terça-feira, 17 de março de 2020

Diálogo em Baianês





Ó o auê aí ó!
Digaí!
Você está por cima da carne seca, véi!
Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...
Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...
Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...
Valeu, véi! Vou chegando...

Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Diálogo em Baianês




Rodolfo Pamplona Filho

Ó o auê aí ó!
Digaí!
Você está por cima da carne seca, véi!
Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...
Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...
Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...
Valeu, véi! Vou chegando...

Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Diálogo em Baianês


Rodolfo Pamplona Filho

Ó o auê aí ó!
Digaí!
Você está por cima da carne seca, véi!
Colé, véi! Você vê os pulos que dou, mas não vê os tombos que tomo...
Você é que é de fritar bolinho e beber o caldo...
Não acerte seu relógio pelo dele, pois, na hora do vamos ver, todo mundo se pica...
Valeu, véi! Vou chegando...

Puerto Varas-Chile, 02 de julho de 2012.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Corrupção é inevitável?


Rodolfo Pamplona Filho 

Desde Cabral,
algo vai muito mal
no território nacional.

É a sensação
de que toda ação
precisa de um empurrão...

Não de impulso,
mas de um recurso
que nem todos têm...

É a decadência
que enfraquece a crença
e esgota a paciência...

Achar que é normal
ganhar algo a mais
para fazer o que faz...

Onde ser honesto
deixa de ser virtude
para virar defeito...

Onde fazer o certo
deixa de ser correto,
por achar não ter jeito.

Pare com isso
e grite bem alto:
eu não sou assim!

Pois viver de verdade
é saber que a esperança
nunca terá fim!

31 de março de 2017, no vôo para Recife...

domingo, 9 de abril de 2017

Epílogos



Gregório de Matos

Que falta nesta cidade?... Verdade.
Que mais por sua desonra?... Honra.
Falta mais que se lhe ponha?... Vergonha.

O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
Numa cidade onde falta
Verdade, honra, vergonha.

Quem a pôs neste rocrócio?... Negócio.
Quem causa tal perdição?... Ambição.
E no meio desta loucura?... Usura.

Notável desaventura
De um povo néscio e sandeu,
Que não sabe que perdeu
Negócio, ambição, usura.

Quais são seus doces objetos?... Pretos.
Tem outros bens mais maciços?... Mestiços.
Quais destes lhe são mais gratos?... Mulatos.

Dou ao Demo os insensatos,
Dou ao Demo o povo asnal,
Que estima por cabedal,
Pretos, mestiços, mulatos.

Quem faz os círios mesquinhos?... Meirinhos.
Quem faz as farinhas tardas?... Guardas.
Quem as tem nos aposentos?... Sargentos.

Os círios lá vem aos centos,
E a terra fica esfaimando,
Porque os vão atravessando
Meirinhos, guardas, sargentos.

E que justiça a resguarda?... Bastarda.
É grátis distribuída?... Vendida.
Que tem, que a todos assusta?... Injusta.

Valha-nos Deus, o que custa
O que El-Rei nos dá de graça.
Que anda a Justiça na praça
Bastarda, vendida, injusta.

Que vai pela clerezia?... Simonia.
E pelos membros da Igreja?... Inveja.
Cuidei que mais se lhe punha?... Unha

Sazonada caramunha,
Enfim, que na Santa Sé
O que mais se pratica é
Simonia, inveja e unha.

E nos frades há manqueiras?... Freiras.
Em que ocupam os serões?... Sermões.
Não se ocupam em disputas?... Putas.

Com palavras dissolutas
Me concluo na verdade,
Que as lidas todas de um frade
São freiras, sermões e putas.

O açúcar já acabou?... Baixou.
E o dinheiro se extinguiu?... Subiu.
Logo já convalesceu?... Morreu.

À Bahia aconteceu
O que a um doente acontece:
Cai na cama, e o mal cresce,
Baixou, subiu, morreu.

A Câmara não acode?... Não pode.
Pois não tem todo o poder?... Não quer.
É que o Governo a convence?... Não vence.

Quem haverá que tal pense,
Que uma câmara tão nobre,
Por ver-se mísera e pobre,
Não pode, não quer, não vence.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Cara de pau



                                                                                                           Rodolfo Pamplona Filho

O indivíduo fura a fila
e ainda reclama da bagunça;
reclama da falta de ética
e pede um cargo no serviço público;
protesta contra a corrupção
e trabalha sem nota fiscal;
fala que o serviço é ruim
e sai mais cedo da aula;
diz que ninguém presta
e esquece que faz parte do todo;
sonha com um mundo diferente
e faz tudo igual...
No final, esse tipo de gente
não passa de um cara de pau...

Salvador, 10 de agosto de 2016, assistindo a ida para a Fonte Nova...

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Excluída


Excluída

A Ana me ligou no final da tarde de sexta: “E aí, você vem?”
Eu não fazia ideia sobre o que ela estava falando. Foi então que a Ana se deu conta de que eu não estava no Facebook, portanto, não sabia da festa que a turma havia armado. Como eu não havia me pronunciado, ela resolveu ligar para saber se eu estava viva.

O cerco está apertando. Antes eu trocava e-mails com os amigos com uma certa frequência, agora todos debandaram, só um ou outro lembra que eu não estou nas redes sociais e faz a caridade de me manter informada sobre o que acontece no universo.

Não tenho vontade de ter perfil em lugar algum (e mesmo assim tenho, criados e postados por pessoas que não sei quem são). Instagram, twitter, whatsapp, nada disso me seduz, não conseguiria tempo para esse contato eletrizante. Ainda me custa compreender pessoas que deixam o iPhone sobre a mesa do restaurante, que precisam fotografar cada minuto vivido, que desmaiam quando esquecem o celular em casa. Eu deveria ter me alistado na expedição de colonização de Marte, onde certamente eu me sentiria menos deslocada do que aqui na Terra.

Mas não me alistei, então terei que me ajustar à nova ordem social do meu planeta.

Óbvio que a tecnologia não é a vilã da história, e sim o uso obsessivo que se faz dela. Para quem tem autocontrole, esses gadgets são fascinantes por seu dinamismo, modernidade, capacidade de agregação, de agilização de tarefas, e ainda resolvem a questão do anonimato, com o qual ninguém mais quer lidar. As redes transformaram palco e plateia numa coisa só: todos são espectadores de todos, ao mesmo tempo que possuem um holofote sobre si. Já que existir virou sinônimo de “quantos me curtem”, a população mundial conseguiu um jeito de ficar quite com o próprio ego.

É muito provável que eu estivesse nas redes caso não escrevesse colunas em jornais. Como tenho esse canal de expressão semanalmente, não me faz falta outros. Ou não fazia. Estou nesse impasse agora: devo mergulhar com mais profundidade no mundo virtual? Reconheço três vantagens: acompanhar o que meus amigos andam tramando nas minhas costas, me atualizar com mais rapidez e oferecer aos meus leitores um perfil oficial. Além de me sentir menos mumificada.

Será isso que chamam de “se reinventar”?

Ando cada vez mais próxima da filosofia budista, exalto a desaceleração, prezo uma boa conversa, adoro ter tempo para meus livros, meu silêncio, minhas caminhadas. Não sinto falta de saber mais, de ter mais acesso à informação, de conhecer mais gente. Por outro lado, não quero me isolar dos amigos nem ficar sem assunto com eles – e com o mundo.

Que dúvida. Pela primeira vez, reflito sobre algo que, numa era em que se debate tudo, pouco se fala: o nosso direito de ser indiferente.


Martha Medeiros (revista O GLOBO de 20/10/2013) 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ONZE EXPRESSÕES USADAS PELAS MULHERES E SEUS REAIS SIGNIFICADOS



ONZE EXPRESSÕES USADAS PELAS MULHERES E SEUS REAIS SIGNIFICADOS:


 1 - "Certo": Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.


 2 - "5 minutos": Se ela está se arrumando significa meia hora. "5 minutos" 
só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.


 3 - "Nada": Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".


 4 - "Você que sabe": É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer... e não diga que também não sabe!


 5 - Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal 
que freqüentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você 
é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre "Nada".


 6 - "Tudo bem": Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. 
"Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.


 7 - "Obrigada": Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. 
Apenas diga "por nada". (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga "por nada". Isso  apenas provocará o "Esquece").


 8 - "Esquece": É uma mulher dizendo "FODA-SE !!!"


 9 - "Deixa pra lá, EU resolvo": Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está 
fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.


 10 - "Precisamos conversar!": Fodeu!!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.


 11 - "Sabe, eu estive pensando...": Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse... 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Papo Cabeça (ou como dizer nada de forma bonita...)

Papo Cabeça (ou como dizer nada de forma bonita...)

Rodolfo Pamplona Filho
A dinâmica interpessoal
e os imperativos monológicos
em João e Maria:
um estudo sobre
os modos psíquicos
transrelacionais
dos gêneros...


Praia do Forte, 03 de agosto de 2013, lendo Calvin...