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domingo, 12 de outubro de 2025

Servir na Pandemia

 





Rodolfo Pamplona Filho




Há muitas formas de servir,


inclusive na pandemia!


Talvez, no fundo, se permitir


amenizar a agonia


de simplesmente desconhecer


o que reserva o futuro


e, por isso, aprender


a superar o tempo duro


sem esperar nada em troca,


mesmo sem sair de sua toca,


é possível exercitar


a missão de se entregar


em lives ou campanhas,


realizar grandes façanhas


de profunda solidariedade,


descobrindo a alteridade


e o prazer do voluntariado


em servir quem está ao lado


somente pela sensação


de dividir seu próprio pão


e fazer a coisa certa


por manter a mente aberta


para aprender a lição


que Gandhi ensinou com o coração:


“Quem não vive para servir


não serve para viver”


 


Salvador, 28 de junho de 2020.

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Servir na Pandemia





Há muitas formas de servir,

inclusive na pandemia!

Talvez, no fundo, se permitir

amenizar a agonia

de simplesmente desconhecer

o que reserva o futuro

e, por isso, aprender

a superar o tempo duro

sem esperar nada em troca,

mesmo sem sair de sua toca,

é possível exercitar

a missão de se entregar

em lives ou campanhas,

realizar grandes façanhas

de profunda solidariedade,

descobrindo a alteridade

e o prazer do voluntariado

em servir quem está ao lado

somente pela sensação

de dividir seu próprio pão

e fazer a coisa certa

por manter a mente aberta

para aprender a lição

que Gandhi ensinou com o coração:

“Quem não vive para servir

não serve para viver”

 

Salvador, 28 de junho de 2020.

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Servir na Pandemia





Há muitas formas de servir,

inclusive na pandemia!

Talvez, no fundo, se permitir

amenizar a agonia

de simplesmente desconhecer

o que reserva o futuro

e, por isso, aprender

a superar o tempo duro

sem esperar nada em troca,

mesmo sem sair de sua toca,

é possível exercitar

a missão de se entregar

em lives ou campanhas,

realizar grandes façanhas

de profunda solidariedade,

descobrindo a alteridade

e o prazer do voluntariado

em servir quem está ao lado

somente pela sensação

de dividir seu próprio pão

e fazer a coisa certa

por manter a mente aberta

para aprender a lição

que Gandhi ensinou com o coração:

“Quem não vive para servir

não serve para viver”

 

Salvador, 28 de junho de 2020.

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Servir na Pandemia

 



 

Há muitas formas de servir,

inclusive na pandemia!

Talvez, no fundo, se permitir

amenizar a agonia

de simplesmente desconhecer

o que reserva o futuro

e, por isso, aprender

a superar o tempo duro

sem esperar nada em troca,

mesmo sem sair de sua toca,

é possível exercitar

a missão de se entregar

em lives ou campanhas,

realizar grandes façanhas

de profunda solidariedade,

descobrindo a alteridade

e o prazer do voluntariado

em servir quem está ao lado

somente pela sensação

de dividir seu próprio pão

e fazer a coisa certa

por manter a mente aberta

para aprender a lição

que Gandhi ensinou com o coração:

“Quem não vive para servir

não serve para viver”

 

Salvador, 28 de junho de 2020.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

A MULHER





Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!

Florbela Espanca

segunda-feira, 13 de abril de 2020

A MULHER





Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!

Florbela Espanca

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

A MULHER









Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!

Florbela Espanca

domingo, 19 de agosto de 2018

O Silêncio e a Quietude


Rodolfo Pamplona Filho

É preciso conpreender
a diferença entre
o silêncio e a quietude.
O silêncio comporta
um zumbido ao fundo,
um nervosismo,
como um medo
de fazer som.
A quietude é apenas
ausência e descanso,
independentemente
de haver qualquer
nota no ambiente.
O silêncio é
a respiração presa.
A quietude é
a respiração suave.
O silêncio estremece.
A quietude repousa.
O silêncio oprime.
A quietude liberta.
O silêncio assusta.
A quietude conforta.
O silêncio é
constrangimento,
desespero e dor.
A quietude ê
tranqüilidade,
serenidade e paz.

sábado, 7 de julho de 2018

Paz


Caio Lima

A paz reside na mente, não no mundo.
O mundo nunca estará em paz, mas a nossa consciência pode estar, desde que nunca deixemos de lutar pela paz no mundo.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Casar e Separar



Rodolfo Pamplona Filho 


Quando casar é uma loteria 
e separar uma aposentadoria,
o amor é um amuleto 
da sorte das esperanças vazias...

Orlando, 26 de janeiro de 2017.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Casar e Separar



Rodolfo Pamplona Filho 


Quando casar é uma loteria 
e separar uma aposentadoria,
o amor é um amuleto 
da sorte das esperanças vazias...

Orlando, 26 de janeiro de 2017.